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CARTA A JOE BIDEN

“Queremos estar juntos para construir uma política ambiental baseada na sustentabilidade”, afirma Mauro Mendes

Governadores dos estados da Amazônia Legal assinaram documento para reforçar parceria em prol do desenvolvimento sustentável

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O governador Mauro Mendes - Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT

Por Lucas Rodrigues | Secom-MT

O governador Mauro Mendes afirmou que todos os estados que compõem o Consórcio Interestadual da Amazônia Legal querem unir forças com os EUA para “construir uma política ambiental baseada na sustentabilidade”.

Mauro e os governadores Flávio Dino (Maranhão), Gladson Cameli (Acre), Helder Barbalho (Pará), Antônio Waldez (Amapá), Marcos Rocha (Rondônia), Wilson Lima (Amazonas), Antonio Denarium (Roraima) e Mauro Carlesse (Tocantins) enviaram uma carta ao presidente norte-americano Joe Biden, por meio do embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, nesta terça-feira (20.04).

Na carta, os gestores destacaram o compromisso com os princípios estabelecidos no Acordo de Paris e com os objetivos do desenvolvimento sustentável, bem como o esforço para combater o desmatamento ilegal e para promover uma economia com baixa emissão de carbono e preservação dos biomas brasileiros, em especial a Amazônia.

“Vimos com bons olhos a nova política americana, que se reaproxima do meio ambiente. Os problemas do clima, problemas ligados ao aquecimento global e acordos outrora firmados voltam a ter importância porque tem a ver com o futuro do planeta e da humanidade”, citou.

O governador de Mato Grosso ressaltou que os estados que compõem a Amazônia Legal prestam um grande serviço para a preservação ambiental e os interesses da humanidade.

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“Nós, estados que assinamos essa carta, queremos estar juntos com os EUA e juntos com qualquer país, qualquer nação, qualquer estado, qualquer cidadão, que possa nos ajudar em uma nova política ambiental, e reforçar os princípios de uma política ambiental que traga o real sentido de uma economia verde, e uma economia de baixo carbono. Queremos preservar não só pela importância que isso representa para a expansão dos negócios nos mercados internacionais, mas porque temos consciência ambiental”.

Mauro lembrou que Mato Grosso tem investido cada vez mais em produzir alimentos de forma sustentável, sendo a região do planeta que mais produz alimentos com respeito ao meio ambiente. Exemplo disso é que enquanto em 1990 era necessário usar 2,2 milhões de hectares para produzir 4,2 toneladas de grãos, hoje o estado usa 16,8 milhões de hectares para produzir 72,8 milhões de toneladas. Muito mais produção por hectare, evitando o desmatamento.

“O Centro-Oeste tem muito desses ativos ambientais e produz muitos alimentos, assim como os EUA. O Brasil também é um grande produtor mundial e o Centro-Oeste principalmente. Queremos que nossas economias tenham cada vez mais os conceitos de estar produzindo com baixas emissões, e é nesse sentido que queremos cooperar com os EUA, em um relacionamento que respeite a nossa soberania, mas que acima de tudo possa cooperar dentro desses objetivos que trarão um planeta melhor e sustentável para a vida humana”, completou.

O embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, agradeceu o comprometimento dos governadores em colaborar com a agenda ambiental.

“Essa carta mostra que esses governadores são comprometidos a encontrar soluções e isso me alegra muito. Muito importante essa iniciativa, porque eu confio nas autoridades locais. Agradeço que vocês estejam trabalhando conosco e com outros países que tem o mesmo desejo. O Brasil pode ser não só uma superpotência ambiental, mas ‘a’ superpotência ambiental. Vou mandar essa carta ainda hoje ao presidente Joe Biden”, declarou.

Veja a íntegra da carta:

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GERAL

Anvisa autoriza produto à base de cannabis em projeto com a Fiocruz

O preparado foi denominado Canabidiol Farmanguinhos

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@Divulgação/Policia Federal

Por Jonas Valente | Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou autorização sanitária para um novo produto à base de cannabis com a participação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), produzido pela empresa Prati, Donaduzzi e Cia. O preparado foi denominado Canabidiol Farmanguinhos 200 mg/mL.

O produto tem administração por via oral e é composto de 200 mg/ml de CBD, um dos princípios ativos da Cannabis sativa e de até 0,2% de THC (tetra-hidrocanabinol, o principal componente psicoativo da planta). O pedido foi feito pela Fiocruz em março deste ano. De acordo com a Anvisa, a análise levou 35 dias no total.  

O canabidiol só pode ser utilizado a partir de um determinado tipo de receita médica (tipo B) e somente no caso de esgotamento de outros tratamentos, conforme determina a legislação para o tema.

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Ainda de acordo com o regramento da Anvisa, essas substâncias são produtos, e não medicamentos. Isso porque neste último caso precisa haver estudos clínicos que comprovem a eficácia das substâncias.

Até o momento, argumenta a Anvisa, as pesquisas científicas ainda não desenvolveram métodos para aferir as evidências e informações suficientes para que tais produtos sejam considerados medicamentos.

Na avaliação do advogado da Comissão de Assuntos Regulatórios da Ordem dos Advogados do Brasil Rodrigo Mesquita, o deferimento envolve a pesquisa de um canabidiol com insumo importado pela Fiocruz. A regra existe desde 2019 e apenas agora houve uma aprovação desta, informou.

“A impossibilidade de se cultivar no país é um entrave central à própria realização de pesquisas com produtos derivados de cannabis. Enquanto não houver regulação que permita o cultivo não vai ser possível explorar a potencialidade que as instituições de pesquisa brasileiras têm nessa área.”

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