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Uso de drones obriga mudança na forma de ver pragas, diz especialista

Algumas doenças não conseguem ser detectadas com métodos convencionais e tecnologia ajuda a dar agilidade no diagnóstico

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Foto: Andrew Turner/CCommons

A utilização de drones está obrigando os agricultores a mudar a forma de ver como as pragas afetam seus cultivos antes de tomar decisões, disse o professor da Universidade do Kansas Brian McCornack.

O especialista destacou que esses aparatos permitem tanto voar acima das colheitas quanto obter amostras delas, mais do que o ser humano é capaz de fazer por si só.

Ele expôs à Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com sede em Roma, casos de pragas que, por exemplo, a primeira vista não podem ser detectadas, apesar de “seguir um padrão”. Uma estratégia que está sendo usada é a de colocar drones a mais de 100 metros de altura ou rente ao solo para fazer fotografias e inclusive obter amostras, com o objetivo de conhecer o impacto das pragas mais a fundo.

Esses dados são analisados e ajudam a identificar as doenças das plantas e a intervir nos campos infestados, uma situação que agricultores do mundo todo enfrentam diariamente, segundo o especialista americano.

Ele lembrou que antes de operar é preciso obter uma série de autorizações, certificados e licenças, limitações que se somam aos custos desses equipamentos. No entanto, segundo ele, a tecnologia barateou muito nos últimos anos.

O especialista incentivou as pessoas a questionarem constantemente se esses investimentos são úteis para medir os danos nos cultivos e qual é seu potencial para proteger a vegetação.

“O desafio é como processar a informação para que tenha significado”, sustentou, ao mesmo tempo em que chamou a melhorar a eficiência, a precisão e a quantidade de insumos agrícolas através da tecnologia.

Especialistas de 182 países, de organizações internacionais e do setor privado se encontram esta semana na FAO para analisar a importância da saúde vegetal para a segurança alimentar.

Segundo a FAO, de 20% a 40% dos rendimentos das colheitas mundiais é reduzido anualmente pelos danos causados pelas pragas e doenças das plantas.

FONTE: Globo Rural

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Anvisa autoriza produto à base de cannabis em projeto com a Fiocruz

O preparado foi denominado Canabidiol Farmanguinhos

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@Divulgação/Policia Federal

Por Jonas Valente | Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou autorização sanitária para um novo produto à base de cannabis com a participação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), produzido pela empresa Prati, Donaduzzi e Cia. O preparado foi denominado Canabidiol Farmanguinhos 200 mg/mL.

O produto tem administração por via oral e é composto de 200 mg/ml de CBD, um dos princípios ativos da Cannabis sativa e de até 0,2% de THC (tetra-hidrocanabinol, o principal componente psicoativo da planta). O pedido foi feito pela Fiocruz em março deste ano. De acordo com a Anvisa, a análise levou 35 dias no total.  

O canabidiol só pode ser utilizado a partir de um determinado tipo de receita médica (tipo B) e somente no caso de esgotamento de outros tratamentos, conforme determina a legislação para o tema.

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Ainda de acordo com o regramento da Anvisa, essas substâncias são produtos, e não medicamentos. Isso porque neste último caso precisa haver estudos clínicos que comprovem a eficácia das substâncias.

Até o momento, argumenta a Anvisa, as pesquisas científicas ainda não desenvolveram métodos para aferir as evidências e informações suficientes para que tais produtos sejam considerados medicamentos.

Na avaliação do advogado da Comissão de Assuntos Regulatórios da Ordem dos Advogados do Brasil Rodrigo Mesquita, o deferimento envolve a pesquisa de um canabidiol com insumo importado pela Fiocruz. A regra existe desde 2019 e apenas agora houve uma aprovação desta, informou.

“A impossibilidade de se cultivar no país é um entrave central à própria realização de pesquisas com produtos derivados de cannabis. Enquanto não houver regulação que permita o cultivo não vai ser possível explorar a potencialidade que as instituições de pesquisa brasileiras têm nessa área.”

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