VEJA COMO VAI FUNCIONAR

Energisa permitirá que contas de luz sejam pagas via Pix

Um QR Code será inserido nas faturas físicas das concessionárias.

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RepórterMT/Reprodução

Consumidores de 11 estados brasileiros terão a possibilidade de pagar contas de energia pelo Pix, sistema de transferências e pagamentos instantâneos do Banco Central (BC). A novidade vale para clientes das distribuidoras do grupo Energisa e foi desenvolvida em conjunto com o Banco do Brasil (BB).

Um QR Code será inserido nas faturas físicas das concessionárias. Com isso, bastará o consumidor abrir o aplicativo do seu banco, apontar a câmera do celular e fazer o pagamento. Inicialmente, a novidade estará disponível apenas para clientes selecionados. Nos próximos três meses, o pagamento via Pix será expandido até atingir os 8 milhões de clientes das distribuidoras da Energisa. O grupo opera nos seguintes estados: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Apesar de o Banco do Brasil ter desenvolvido a solução tecnológica, a ferramenta estará disponível para clientes de qualquer instituição financeira, mesmo os não bancarizados. Como o Pix funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, o pagamento poderá ser liquidado imediatamente, inclusive em fins de semana e feriados.

WhatsApp e Pix no BB

Desde novembro do ano passado, os clientes do Banco do Brasil podem usar o WhatsApp para cadastrarem chaves Pix e fazerem pagamentos e recebimentos pelo sistema. No caso dos pagamentos, basta o correntista enviar a foto do código QR para o aplicativo de mensagens que o assistente virtual do BB lê a imagem e completa a transação.

Atual Modas

 Serviços de telefonia

A expansão de recursos envolvendo a plataforma do BC vem ocorrendo de maneira gradual. Na 12º reunião plenária do Fórum Pix, que aconteceu no último dia 28 de janeiro,, ficou acertado que haverá ampliação do uso da ferramenta para pagamento de serviços pós-pagos de telefonia. Até o momento, apenas usuários de serviços pré-pagos se beneficiam da modalidade. A novidade foi anunciada pela Conexis Brasil Digital, nova marca do SindiTelebrasil – entidade que representa empresas de telecomunicações e de conectividade no país. E que é primeira entidade do setor privado a assinar um termo de cooperação com o Banco Central acerca da plataforma.

Segundo a Conexis, a novidade representa a capacidade de atender nada menos que 50% dos clientes que hoje fazem uso de conectividade e telefonia. “Estamos muito entusiasmados com a possibilidade de ofertar mais vantagens para a população e operadoras”, afirmou Marcos Ferrari, presidente-executivo da entidade. “Sobretudo em meio à pandemia, a conectividade tem exercido papel fundamental e representa o principal meio de acesso aos serviços bancários”.

Para o diretor da Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello, o avanço do acordo entre o BC e a Conexis também representa ganhos relevantes para as operadoras. “A oferta do PIX irá promover uma redução de custos de arrecadação, uma vez que hoje [as operadoras] precisam fazer convênios com outras empresas para realizar tal atividade”, afirmou. “Ao garantir benefícios para todos os participantes do processo, e por envolver alguns dos principais atores em seus respectivos setores, o avanço do acordo sobre o PIX Cobrança tem potencial de gerar uma dinâmica de pagamentos sem precedentes: de forma simples, rápida e eficiente”.

Fonte: Repórter MT

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CIDADES

Enfermeiros pedem lockdown e construção de hospitais de campanha após aumento de casos de Covid-19 em MT

Sindicato sugere parceria com a iniciativa privada para a construção de leitos de UTI e evitar a sobrecarga dos poucos disponíveis no sistema de saúde público.

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Sindicato sugere decretar lockdown para evitar aumento de casos de Covid-19 em MT — Foto: Prefeitura de Cuiabá/Divulgação

O Sindicato dos Profissionais de Enfermagem de Mato Grosso (Sinpen-MT) encaminhou um ofício à Procuradoria Geral do Estado, nessa quinta-feira (25), pedindo a decretação do lockdown em todo o estado ou, pelo menos, nos municípios que estejam classificados com risco alto na Taxa de Crescimento da Contaminação (TCC), que são Cuiabá, Rondonópolis, Várzea Grande, Primavera do Leste, Sinop, Nova Xavantina, Sorriso, Barra do Garças, Poconé, Cáceres, Pontes e Lacerda e Nova Mutum.

A categoria também pede a construção de hospitais de campanha ou adaptação de estabelecimentos para disponibilização de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Cuiabá, Várzea Grande e nas demais cidades-polo do interior do estado.

O sindicato ainda sugere fazer parceria com a iniciativa privada para mais leitos de UTI e evitar a sobrecarga dos poucos disponíveis no sistema de saúde público.

A justificativa apresentada no ofício é o aumento no número de casos e mortes por causa da doença no estado, principalmente, neste mês.

“Esse cenário tende a piorar ainda mais, a ponto de se cogitar que venha a ultrapassar os limites da dita ‘primeira onda da Covid-19’, em razão da confirmação de caso da variante inglesa do vírus”, ressalta.

A alta em mortes e casos da doença, em Mato Grosso, segue pelo segundo mês consecutivo.

Entre dezembro de 2020 e janeiro deste ano, foram registradas 558 mortes. Já entre janeiro e fevereiro foram 754. Isso resultou em um aumento de 35,1%.

De acordo com o sindicato, mesmo após a experiência vivida no ano passado, não houveram esforços dos órgãos púbicos para estruturar a rede de saúde e se preparar para a segunda onda da pandemia que, pelos estudos científicos, era esperada, a exemplo da gripe espanhola que teve três ondas antes do vírus ser controlado.

“Mesmo com a dramática situação que se aproxima, não se identifica nenhuma medida mais efetiva para conter a propagação do vírus, mormente diante do franco funcionamento das atividades comerciais, da liberação irrestrita de festas, ainda que os prognósticos apontem para a necessidade imediata de recrudescimento das medidas de isolamento social, o que provocará nas próximas semanas o colapso do sistema de saúde, podendo levar a situação da saúde ao caos vivido no estado do Amazonas nos primeiros meses do ano”, explica.

Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), no dia 25 de dezembro de 2020, o estado registrava 176 internações em UTIs públicas e 163 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação estava em 43,67% para UTIs adulto e em 19% para enfermarias adulto.

Um mês depois, em 25 de janeiro, haviam 272 internações em UTIs públicas e 298 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação estava em 67,67% para UTIs adulto e em 34% para enfermarias adulto.

Já nesta quinta-feira (25), há 370 internações em UTIs públicas e 343 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 83,90% para UTIs adulto e em 39% para enfermarias adulto.

13 municípios em alerta

 

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Treze municípios de Mato Grosso registram alta classificação de risco para o coronavírus. São eles: Cuiabá, Rondonópolis, Várzea Grande, Primavera do Leste, Sinop, Nova Xavantina, Sorriso, Barra do Garças, Poconé, Cáceres, Pontes e Lacerda, Nova Mutum e Cotriguaçu.

O dado foi divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) nesta quinta-feira (25).

Leitos lotados

 

Em Mato Grosso, 90% dos hospitais estão com mais de 60% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) disponibilizadas pela rede pública a pacientes com Covid-19 ocupados. De 20 hospitais, apenas dois estão com a capacidade de leitos disponíveis abaixo da metade suportada.

Vacinas

 

A nova remessa com mais de 32 mil doses de vacinas contra o coronavírus (Covid-19), que Mato Grosso recebeu entre quarta (24) e quinta-feira (25), deverá ser encaminhada aos municípios a partir de segunda-feira (1º).

O secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, afirmou que as doses que o estado recebeu até agora são insuficientes para atingir a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

O plano inicial estima vacinar 25% da população de Mato Grosso até o fim da campanha. O número total de vacinados até agora no estado representa pouco mais de 2% da população mato-grossense, que é de 3,5 milhões de pessoas

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