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Homem frequenta boate por 4 dias, consome R$ 18 mil e não paga conta em Mato Grosso

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Um homem foi preso depois de frequentar por quatro dias seguidos uma boate, consumir aproximadamente R$ 18 mil e não pagar a conta. A ocorrência foi registrada em Sorriso (396 km de Cuiabá), na segunda-feira (23).

O suspeito consumiu o dia inteiro e ainda pagava bebida para pessoas desconhecidas. Na hora de efetuar o pagamento, ele simulava um agendamento da quitação da conta no cartão de crédito e enganava os funcionários do local.

Apenas para uma das mulheres que atendia na boate, o suspeito estava devendo R$ 4 mil. 

Segundo a polícia, o homem confessou que solicitou o cartão em nome de uma mulher via internet.

Além de aplicar o golpe na boate, o suspeito anunciava produtos que não existiam pelo Facebook. As vítimas, ao efetuarem o pagamento, não recebiam a mercadoria.

Ele ainda teria aplicado calote em um hotel da cidade e em uma mulher que vendeu fiado um aparelho celular para ele. 

O suspeito foi encaminhado à delegacia e deve responder pelo crime de estelionato. A Polícia Civil irá investigar o caso.  

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Servidor e amigo têm números incluídos em anúncio de atores pornô

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Servidor público e um amigo, ambos de 41 anos, registraram boletim de ocorrência para denunciar que seus números de telefones foram incluídos em um anúncio de seleção de atores de filmes pornográficos. O caso foi registrado em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), na última quarta-feira (13).

O anúncio circulou nas redes sociais durante essa semana. A imagem informava sobre uma seletiva para atores pornôs no município, seguido de vários pré-requisitos. Por exemplo, quem se interessasse pela vaga não poderia ter vergonha, ter disponibilidade para viagens internacionais, pênis acima de 13 centímetros e não ter nojo de vagina.

A inscrição seria no valor de R$ 15 e o cachê de R$ 1,6 mil por filme. Para contato, foi acrescentado o número das vítimas.

No boletim de ocorrência, os dois relataram que passaram a receber muitas mensagens, prejudicando o trabalho e a vida particular deles. 

Eles possuíam os números há 3 anos e usavam para assuntos comerciais. Os amigos desconhecem o autor do anúncio.

O caso foi registrado como preservação de direito. A Polícia Civil investiga o caso.

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