MATO GROSSO

EMENDA PARLAMENTAR – Dr. Gimenez investe R$ 600 mil na agricultura familiar da região oeste

Os recursos emergenciais do deputado estadual contribuirão para a retomada econômica dos municípios durante o período de pandemia

Publicados

em

O deputado estadual Dr. Gimenez (PV) destinará 12% do total de emendas parlamentares para a área de agricultura familiar. Neste momento de pandemia, serão enviados prioritariamente R$ 600 mil aos municípios da região oeste de Mato Grosso.  

“Esse é um volume de recursos contribuirá significativamente para a retomada econômica da região, que é baseada na agricultura familiar e na pecuária, com a geração de emprego e renda para a população”, frisa o parlamentar.   

Esse valor está vinculado à aquisição de mudas, veículos, uma mini fábrica de ração, uma patrulha mecanizada e um caminhão para a Secretaria de Agricultura Familiar do município de São José dos Quatro Marcos.  

Para o deputado, essa é uma conquista, pois as ações contemplarão as demandas elencadas durante a 1ª Audiência Pública da Agricultura Familiar na Região Oestes e o 1º Fórum da Agricultura Familiar, realizados pelo Dr. Gimenez em novembro do ano passado, em Quatro Marcos.  

“É a concretização de um sonho para muitos dos pequenos produtores, mas também é a satisfação de dever cumprido por mim, como parlamentar, já que poderei auxiliá-los neste momento de crise, para que continuem desenvolvendo seu trabalho com amor e dedicação e produzindo alimentos para o nosso estado”.   

Também estão previstos mais R$ 200 mil para investir no aparelhamento das unidades operacionais da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), para que possam aperfeiçoar o serviço de atendimento aos produtores, principalmente da região oeste.  

“Nosso Estado possui mais de 100 mil famílias que se dedicam a este importante ofício e são responsáveis por produzir 70% dos alimentos que nós consumimos, então, é fundamental contribuir com a atividade e a permanência dessas famílias no campo”.  

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Deputados aprovam projeto para "acabar" com uso de narguilé em MT
Propaganda

CIDADES

PONTES E LACERDA: Tribunal condena JBS por acidente que deixou motorista boiadeiro cego de um olho

Publicados

em

Reprodução/Foto: TRT23

O Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT) manteve a condenação da JBS por acidente de trabalho que deixou um motorista boiadeiro cego de um olho. A empresa deverá pagar R$ 40 mil de danos morais e estéticos ao trabalhador, além de arcar com custos médicos e de pensão mensal à vítima.

O acidente ocorreu em 2017, no município de Pontes e Lacerda. O trabalhador teve um dos olhos ferido pelo cano de uma vara de choque utilizada para conduzir bois para dentro da carroceria do caminhão, após um dos animais dar um coice na ferramenta. Como acabou perdendo a visão do olho atingido, não pode mais exercer a atividade profissional de motorista.

A empresa foi condenada em primeira instância e recorreu ao TRT. O caso foi julgado pela 2ª Turma do Tribunal. Entre outros pontos, a JBS sustentou que o acidente se deu por culpa exclusiva do próprio motorista, que agiu com negligência e imprudência na hora de usar o cano de choque. Mas esse argumento acabou não sendo provado.

Além disso, a 2ª Turma do TRT reconheceu que a atividade desempenhada pelo trabalhador era de risco. Nessas situações, a empresa tem o dever de indenizar o ex-empregado mesmo que não tenha culpa pelo acidente.

Conforme destacou a relatora do processo no Tribunal, desembargadora Beatriz Theodoro, além de motorista, o trabalhador atuava também como boiadeiro, fazendo o acondicionamento de carga viva (bovinos) nas gaiolas do caminhão, nos carregamentos e descarregamentos. “Neste contexto, sem dúvidas o empregado estava sujeito a risco superior àquele a que se submete a coletividade de empregados, na medida em que lidava com animais cuja reação é imprevisível”.

Junior Confecções

O dever da JBS de indenizar foi decidido com base no artigo 936 do Código Civil. O texto da lei estabelece que o dono de animal responde pelos danos em incidentes, se não ficar provada a culpa da vítima ou motivo força maior. “É que nestas hipóteses, ainda que o animal esteja sendo manipulado por empregado experiente, cabe ao seu dono (o empregador) responder por sua reação instintiva e inesperada, inerentes a sua condição irracional, que cause prejuízos a outrem”, explicou a relatora.

Além do dever de indenizar o trabalhador pela perda da visão de um dos olhos, a empresa também foi condenada a compensar os danos morais após o motorista entrar em depressão. Isso porque a relação entre a doença e o acidente ficou provada em perícia feita por médico ouvido pela justiça.

Inicialmente, a JBS deveria pagar R$ 100 mil a título de danos morais e R$ 20 mil de danos estéticos. Mas os valores foram reduzidos pelo TRT para R$ 30 mil e R$ 10 mil reais, respectivamente. A modificação seguiu decisões semelhantes proferidas anteriormente pelo Tribunal e também levando em consideração a atitude da empresa, que prestou socorro imediato e amparou financeiramente o trabalhador.

A JBS ainda irá arcar com o pagamento de indenização pelos danos materiais, entre eles, gastos médicos com medicamentos e tratamento para o olho lesionado e pensão mensal, que deverá ser paga ao trabalhador até quando completar 76 anos. Como a incapacidade para a função que o motorista exercia foi total, o valor da pensão será equivalente à remuneração que recebia à época do acidente.

Fonte: Olhar Direto

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  MT recebe primeiro lote de vacinas da Janssen com 22,8 mil doses
Continue lendo

CIDADES

MATO GROSSO

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA