CARROS E MOTOS

Picapes grandes: F-150 e Silverado devem chegar ao país em 2020.

Ford F-150 e Chevrolet Silverado serão os concorrentes da RAM 1500 e devem fatiar segmento e formar referência em automóveis de desejo.

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A picape RAM 1500 foi apresentada oficialmente no final de dezembro de 2020, porém as entregas terão início na segunda quinzena de janeiro e um detalhe que impressionou foi que as 100 unidades colocadas em pré-venda foram vendidas. E surfando na boa onda do segmento é esperado que a Ford e a Chevrolet tragam concorrentes para a picape grande da FCA. Trata-se dos modelos F-150 e Silverado.

A F-150 é a picape mais vendida do mundo e tem a incrível posição de ser o carro mais emplacado dos EUA nos últimos 40 anos. Como a Ford tem metas ambiciosas para o próximo ano a picape pode chegar no Brasil. Importante citar que a picape na versão Lariat desembarcou no mercado argentino em fevereiro de 2020 antecipando a versão que será comercializada no Brasil.

A F-150 é equipada por lá com rodas de liga aro 20, piloto automático adaptativo, frenagem de emergência automática, teto panorâmico e pedais reguláveis eletricamente, entre outros itens.

Sob o capô está um motor V8 a gasolina de 400cv e 55,3 kgfm de torque. A tração é 4×4 com reduzida, recebendo a força pela transmissão automática de 10 marchas.

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O caso da Silverado é um pouco mais complicado. Apesar de um executivo da GM afirmar em entrevista a uma mídia da Argentina que o modelo seria comercializado no Brasil, dirigentes da marca não confirmam a informação. É possível que com os bons números de vendas apresentados pela FCA com a picape RAM 1500, as montadoras ganhem confiança e com isso apresentem os novos modelos no Brasil.

 

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CARROS E MOTOS

Caminhoneiros anunciam greve geral da categoria em fevereiro no País caso Governo não abra canal de negociação para reivindicações

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O presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, afirmou que a greve dos caminhoneiros prevista para o dia 1º de fevereiro vem crescendo em adesões e poderá ser maior do que a realizada em 2018.

Entre os motivos, segundo ele, estão a crescente de insatisfação da categoria em relação ao preço do diesel e às promessas não cumpridas após a paralisação durante o governo de Michel Temer.

Integrante do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), que na semana passada já alertou para a possibilidade de uma paralisação nacional, a ANTB representa cerca de 4,5 mil caminhoneiros e não vê problema de realizar uma greve em plena pandemia.

“A pandemia nunca foi problema. A categoria trabalhou para cima e para baixo durante a pandemia. Muitos caminhoneiros ficaram com fome na estrada com os restaurantes fechados, mas nunca parou”, afirma Stringasci.

A categoria tem uma lista com dez reivindicações para apresentar ao governo. “Esse (diesel) é o principal ponto, porque o sócio majoritário do transporte nacional rodoviário é o combustível (50% a 60% do valor da viagem). Queremos uma mudança na política de preço dos combustíveis, com reajuste a cada seis meses ou um ano, diz.

Outras reivindicações são o preço mínimo de frete, parado no Supremo Tribunal Federal (STF), após um recurso do agronegócio, e a implantação do Código Identificador de Operação de Transporte (Ciot), duas conquistas de 2018.

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