IPVA

IPVA fica menos caro para os motoristas mato-grossenses em 2021

Além da redução, o imposto será cobrado apenas a partir do mês de março.

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O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) neste ano de 2021 será, em média, 3,48% mais barato do que o valor pago durante o ano passado. Isso porque o valor venal dos veículos teve variação negativa, impactando diretamente no tributo cobrado. A categoria que teve maior redução foi a de automóveis, com -5,28%.

O cálculo é realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que traz a variação do valor de mercado dos veículos e é utilizado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz) para apuração da base de cálculo do IPVA.

De acordo a pesquisa elaborada pela Fipe a variação no valor venal entre 2020 e 2021 foi de -5,28% para automóveis; -3,52% para caminhonetes e utilitários; -2,27% para caminhões; e -2,29% para ônibus e micro-ônibus. Em relação às motos e similares e os veículos do tipo motor-casa a redução foi de -1,76% e -1,59%, respectivamente.

Para a composição da tabela foram consideradas a variação dos preços de mercado dos veículos entre os meses de setembro e outubro de 2019 e setembro e outubro de 2020, e a composição da frota de veículos de Mato Grosso. A quantidade de veículos tributados em 2021 é de 3.578.306 veículos, sendo que 1.455,053 são automóveis e 1.438.375 são motos e similares.

A tabela de valores venais de veículos, utilizada para cálculo do IPVA, foi publicada na Portaria nº 242, na edição do dia 18 de dezembro de 2020 do Diário Oficial. Os dados também estão disponíveis para consulta no site da Sefaz.

IPVA 2021

O calendário de pagamento do IPVA 2021 divulgado pela Secretaria de Fazenda, no mês de dezembro de 2020, terá início apenas em março desse ano. O vencimento do tributo, que iniciaria a partir de janeiro, foi prorrogado devido reflexos e impactos econômicos causados pela pandemia da Covid-19.

Com a medida, o IPVA poderá ser pago entre os meses de janeiro e junho, conforme o final de placa do veículo. Confira aqui o calendário.

O pagamento do tributo pode ser feito em conta única com descontos de 5% ou 3%. Os abatimentos são concedidos conforme a data em que for efetuado o recolhimento do IPVA. Também é possível parcelar o valor em até seis vezes, desde que a data de vencimento da última parcela não ultrapasse o ano de referência.

O IPVA deve ser pago todos os anos, geralmente em janeiro, pelos proprietários de carros, motos, caminhões, e qualquer outro veículo automotor. Do total arrecadado, 50% são destinados ao Estado e 50% aos municípios onde estiver licenciado o veículo. O recurso é aplicado de acordo com as prioridades estabelecidas no orçamento do Estado e das prefeituras.

FONTE: reportermt.com.br

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CARROS E MOTOS

Caminhoneiros anunciam greve geral da categoria em fevereiro no País caso Governo não abra canal de negociação para reivindicações

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O presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, afirmou que a greve dos caminhoneiros prevista para o dia 1º de fevereiro vem crescendo em adesões e poderá ser maior do que a realizada em 2018.

Entre os motivos, segundo ele, estão a crescente de insatisfação da categoria em relação ao preço do diesel e às promessas não cumpridas após a paralisação durante o governo de Michel Temer.

Integrante do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), que na semana passada já alertou para a possibilidade de uma paralisação nacional, a ANTB representa cerca de 4,5 mil caminhoneiros e não vê problema de realizar uma greve em plena pandemia.

“A pandemia nunca foi problema. A categoria trabalhou para cima e para baixo durante a pandemia. Muitos caminhoneiros ficaram com fome na estrada com os restaurantes fechados, mas nunca parou”, afirma Stringasci.

A categoria tem uma lista com dez reivindicações para apresentar ao governo. “Esse (diesel) é o principal ponto, porque o sócio majoritário do transporte nacional rodoviário é o combustível (50% a 60% do valor da viagem). Queremos uma mudança na política de preço dos combustíveis, com reajuste a cada seis meses ou um ano, diz.

Outras reivindicações são o preço mínimo de frete, parado no Supremo Tribunal Federal (STF), após um recurso do agronegócio, e a implantação do Código Identificador de Operação de Transporte (Ciot), duas conquistas de 2018.

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